“(...) crê ainda hoje muita parte dos portugueses que o índio só tem figura humana, sem ser capaz de perfectibilidade. Eu sei que é difícil adquirir a sua confiança e amor; porque, como já disse, eles nos odeiam, nos temem e, podendo, nos matam e devoram. E havemos de desculpá-los, porque, com o pretexto de os fazermos cristãos, lhes temos feito e fazemos muitas injustiças e crueldades.”
Uma realização:
Patrocínio:
1801
12/11/1801
José Bonifácio torna-se diretor do Real Laboratório da Casa da Moeda de Lisboa. Tem a incumbência de remodelar o estabelecimento, de forma a fazer experiências químicas e “docimasia metalúrgica” (ou seja, determinar a proporção dos metais nos minérios), além de aulas teóricas.*
* VARELLA, Alex Gonçalves. “Juro-lhe pela honra de bom vassalo e de bom português” – filósofo natural e homem público: uma análise das memórias científicas do ilustrado José Bonifácio de Andrada e Silva (1780-1819), p. 145. Dissertação de Mestrado, Instituto de Geociências, Unicamp, 2001.